domingo, 17 de abril de 2011

HOTEL

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A sua casa de estar sob o céu
Um lugar de conforto habitual
Saí de vez em quando ao Sol
E sempre volta para o mesmo lugar

Seu quarto de Hotel
Escreve no papel o que não pode falar

A sua casa de estar sob o Sol
Quase o seu inferno particular
Saí de vez em quando em ruas escuras
E nunca está no mesmo lugar

Seu quarto de Hotel
Escreve no papel o que não pode falar

Então a depressão lhe aprisiona
No silêncio incomum do pensamento
Já se pode ouvir o que impulsiona: o coração

A sua casa de estar sob o céu
O lugar de conforto habitual
Vive um déjà vu nas ruas escuras
E volta para seu mundo
Fechado, excluído, trancado

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