Qual foi a graça? O que eu disse? Gente...o que foi? 'Tá rindo do que? Tem algo no meu rosto? 'Cê está de brincadeira?
Quantas vezes você fez essas perguntas? Inúmeras, é claro. Principalmente quando há pessoas reunidas numa conversa e você é o último a ficar em silêncio. Como consequência, sua voz é a última a ser ouvida bem na hora em que você solta a famosa pérola, ocasionando assim a partilha de risos de todo aquele grupo que estava reunido na sala de aula, ou na de reuniões, na palestra, no elevador, enfim todos compartilham o seu último deboche.
Não se sinta leve, tampouco esquecido Nada de sorrisos Vim para deixar seu medo enriquecido
Me fale o dia em que o relógio parou E você precisou andar na contra mão Diga quantas vezes abaixou a cabeça Frustrado, sem explicar sua opinião Abaixo dessa linha sem poder sorrir Perdendo o controle total, absoluto Do que te escorre pelas mãos
Ao acordar, senti algo me apertando, como se fosse uma calça justa demais ou algo que tira o ar.As vezes duvido de seu apego e hoje ficou mais difícil acreditar em suas promessas. Cada dia que eu passo sem o teu sorriso, fica claro como a luz do dia, que está numa nuvem, perdido, sem direção, esperando a hora de receber calor e depois despejar o seu pranto chuvoso nas tardes quentes que ultimamente esta afetando a cidade de São Paulo.
Você chegou devagar, aos poucos e nem deu tempo para pensar. Já estava em cima, na corda bamba do amor. Me sentia próximo ao céu, sempre que perto do sorriso teu.
Intolerante, confuso e sem flores. Me senti assim, depois de ter caído do alto da corda, que a mim lembrou o alto da torre. Agora, me via como aquela nuvem, sem rumo, destino e cheio de Nada. Procurando calor pra substituir o vazio. Indo para lá e para cá, sem saber pra onde ir.
Nas noites, continuei minha peregrinação ao improvável, apenas o sopro leve do vento guiava-me, até que parado numa colina, comecei a sentir frio e avistei você ao lado. Surpreendido, encheu-me de calor, trouxe de volta uma esperança que durou apenas três minutos e doze segundos.
Diante de tantos fatos, desci da nuvem, da torre e a corda bamba volteou a seu lugar de onde não devia tê-la arrancado. Combinei com o vento para que te sopre para longe, onde possa apenas mandar notícias.
Na volta ao circo, o picadeiro já não parecia como aquele velho amigo, havia algo diferente. Desfrutava naquele momento o sabor das mudanças. Ali, consolidando minhas viagens, via o final de pequenas batalhas de mim contra eu mesmo. Assistia no espelho que já não fazia mais parte e nem queria prazer justamente por prazer. Todos os dias, bem lentamente, quando confio mais em mim, subo novamente o degrau.
Chegar ao topo pode demorar, mas nem tenho mais tanta pressa assim. Recentemente tenho pensado em dormir e acordar em paz, com os pés no chão sem que me falte ar.
Há tempos estou pra lhe falar algumas coisas. Tudo tem ficado muito confuso, cada vez mais sinto que você me alcança menos e acho que esclarecer algumas coisas pode ajudar. Você diz que me ama, mas talvez esteja enganado. O amor compreende, e o amor só ama de verdade aquilo que o completa. Talvez você ame quem você é quando estou por perto. Talvez você ame apenas a idéia que tem de mim, e isso não sou eu. Isso é você querendo que eu caiba nos seus anseios, nos seus desejos. Vê? Isso é você amando a si mesmo. Essa é a soma das suas perspectivas, que muitas vezes não condiz com o real. Nesse caso, não tendo eu outra alternativa além de ser o que eu sou, a você restam duas opções: me ame, ou me deixe. Me queira com tudo o que eu tenho de bom e de ruim, com todas as idiossincrasias e as pequeninas coisas que muitas vezes você nem considera correto. Entenda que eu não escolhi e nem tenho culpa de ser cavalo selvagem: o fato de você conseguir cavalgar comigo depende unicamente da sua destreza. Entenda que eu sou como um gato, variável , inconstante, mas sempre honesto: uma vez que se sabe lidar com ele é garantia de carinho e apego eterno. Caso contrário, arranhões e comportamento arredio são inevitáveis. Caso contrário, se prepare pra me ver fugir ou te ignorar. Quem quer conviver com bichos selvagens deve estar preparado para as intempéries. No mínimo existe a garantia de surpresa e nenhuma previsibilidade, nunca se sabe o que pode acontecer. Pra uns isso pode parecer desesperador, para outros é apenas imensamente emocionante. É sempre seu direito botar na balança e decidir se quer viver assim na corda bamba, numa aventura sem roteiro pré-estabelecido. Mas se me quer por perto, deixa-me ser. Não me tome por pretensiosa por falar desse jeito sobre mim mesma. É apenas uma tentativa de que eu e você descubramos se existe realmente algum laço real, ou se ele é feito de filó. Decifra-me, ou te devoro. Sem dó nem piedade.
Estúdio do Programa Tudo A Ver, desenhado, prejetado, decorado por mim numa maratona de 6 horas sem parar na frente do computador durante a madrugada de segunda para terça-feira (11/01/2010 para 12/01/2010) .
Nascida na capital baiana, Pitty passou a infância em Porto Seguro, no mesmo estado. Seu pai, músico e dono de bar, tocava bastante as canções do conterrâneo Raul Seixas, e ainda de outros tantos rockeiros dos anos 1960 e 1970, como Beatles, Elvis Presley e Lou Reed. Posteriormente, bandas como AC/DC, Nirvana, Pantera, Alice in Chains, Metallica, Faith No More, Mars Volta, Queens of the Stone Age e Muse fizeram parte de suas principais influências. Cresceu em meio ao cenário de bandas baianas independentes, com as quais participou de rodas de shows em um bar de Salvador. Um dia, entrou na roda cantando "Smells Like Teen Spirit" da banda Nirvana e desde então decidiu investir na área musical, com o apoio do grande nome do cenário underground Rogério Big Brother (dono do selo bigbross records). Também participou da banda Shes (1997–1999) como baterista. A banda era também formada por Carol Ribeiro (guitarra), Liz Bee (guitarra e vocal) e Lulu (baixo). Pitty participou também da banda Inkoma (1995–2001), iniciando sua carreira como vocalista. Foi aluna da Faculdade de Música da Universidade Federal da Bahia. Pitty foi procurada pelo produtor musical Rafael Ramos (o mesmo de bandas do mainstream adolescente brasileiro e do cenário independente, como Raimundos e Matanza). Em 2003, lança seu primeiro álbum, Admirável Chip Novo, onde ela conquistou sua fama e vendeu mais de 250 mil cópias. Em 2005 ela lançou o CD Anacrônico e mostrou que veio para ficar, sempre emplacando vários sucessos. Esse álbum vendeu mais de 180 mil cópias. Em 2007, após a turnê do Anacrônico, ela lançou seu primeiro DVD ao vivo, o {Des}Concerto ao Vivo. Além de ser lançado nos formatos CD, DVD e DualDisc, o registro de show da banda foi também lançado em um modelo de aparelho celular, resultado de uma parceria com a Nokia. Com isso, Pitty recebeu o prêmio "Celular de Platina" pela vendagem de 200 mil aparelhos contendo seu álbum. Em 2009, lançou seu mais atual álbum chamado Chiaroscuro. O primeiro single do álbum, Me Adora, logo atingiu os primeiros lugares nas principais rádios brasileiras. Chiaroscuro ganhou um jogo de celular que é baseado em suas músicas, algo inédito no país, chamado Chiaroscuro: O Jogo. Devido ao voto popular, Pitty levou vários prêmios no MTV Video Music Brasil, da MTV Brasil, entre eles já foi duas vezes artista do ano, ganhou o prêmio de clipe do ano, show do ano, três vezes seguidas como vocalista da banda dos sonhos e muitos outros. Pitty ganhou aproximadamente 43 prêmios ao longo dos seus seis anos de carreira na mídia.
É uma jornalista brasileira, formada pela Universidade de Brasília. Começou a carreira na TV Brasília. Trabalhou na Rede Globo de 1987 a 2005. Atuou como correspondente internacional em Londres e Nova York até 2000, cobrindo acontecimentos de grande repercussão mundial, inclusive a Guerra no Afeganistão. Em 2000, voltou ao Brasil e assumiu o cargo de editora-executiva e apresentadora do Jornal da Globo, no qual permaneceu até maio de 2005, quando assinou contrato com o SBT para assumir o comando do telejornal SBT Brasil. Foi figura marcante na transmissão da Rede Globo nos atentados de 11 de setembro, em 2001, nos Estados Unidos, ficando várias horas no ar ao vivo, a dividir a bancada com outro apresentador e jornalista, Carlos Nascimento. Estreou no SBT Brasil em 15 de agosto. No dia 10 de novembro de 2006, Ana Paula Padrão anunciou sua saída do principal telejornal da emissora. A jornalista ficou encarregada a apresentar um programa de documentários com reportagens especiais, que estreou em 26 de março de 2007, o SBT Realidade. No dia 9 de maio de 2009, foi contratada pela Rede Record para apresentar o Jornal da Record ao lado de Celso Freitas. Sua estréia no comando do telejornal ocorreu no dia 29 de junho de 2009. Ana Paula Padrão é minha fonte de inspiração para seguir no meio jornalístico. Uma das melhores jornalistas deste país eis Ana Paula de Vasconcelos Padrão Mundell, mais conhecida como Ana Paula Padrão (Nascida em Brasília, 25 de novembro de 1965) que nasceu pra levar noticias com credibilidade, agora na Tv Record. Jo.
Ele fez da vida uma forma de luta Incansável Ousada em sua feminilidade Musa do canto e genealidade À frente de seus preconceitos Atras do que dê dinheiro e alegria Morre na luta ou morre de fome Destemida Mulher-soldado Não sente medo de perder Não tem medo de mostrar seu rosto Tem mãos frias e sorriso contundente Convincente para supreender Passe confiança e aconchego Depois é simples Ela sabe como reverter Ousada em sua feminilidade Musa do canto e genealidade Perigosa Destemida pela sua falsa fragilidade Não precisa de ninguém ao lado Mesmo quando perde o namorado As lágrimas correm escondidas E mostra que o espírito está recuperado E quem pode dizer quem é a falsa frágil?
Um feriado que não deu pra esquecer Deu até música, idéias novas e tudo virou capa de Cd!
Aí DAU, segue música tema do seu Cd N#1 .
Só Palavras Já Não Bastam Na sexta-feira eu saio com amigos Bebo pra sentir o meu sossego Só palavras já não bastam mais Olhe as fotos e comprove o que digo Domingos e feriados estou em paz Porque palavras não me bastam mais Na segunda eu volto pro trabalho Cheiro de tarefas e nenhuma empolgação O bom papo me distrai Me faz contar no calendário Quando vai chegar o próximo feriadão Porque palavras não me bastam mais