sábado, 22 de maio de 2010

REVISTA VICTOR

22.04.2007 | AM 01:49

a cada dia que passa, vejo as horas afastarem todos os meus desejos, minhas vontades, sonhos e também amigos. Meus pensamentos já não fazem parte de mim. Os amigos que supostamente encontrei, estão se afastando ou já estão longe daqui. Me sinto podre, vazio e completamente distante de uma vida cheia de alegria de satisfação.

mas a dura realidade é que a melâncolia chegou em minha vida como uma cortina de fumaça. Desde que isso chegou por aqui, nada mais é como antes. A única certeza em posso acreditar é que sempre estive sozinho. Não é possível explicar com palavras o sentimento mais profundo e obsoleto.

amar as pessoas é tão fácil, só que segurá-las parece ser o mais complicado, a ponto de pensar que a vida já não tem tanto valor valor. Acreditar que tudo vai passar já é uma razão para levantar a cabeça e criar forças e caminhar no dia seguinte, mesmo com os olhos cheios de lágrimas vermelhas.

naqueles dias em que desfrutava da ingenuidade e crescimento mental, algo fez com que eu paresse com essa evolução e desse início ao crescimento obrigatório e ser alguém imediatamente. Isso acarretou na personalidade precária ao longo dos anos. Não sou tudo o que sonhei mas posso fazer as pessoas se admirar com o que sou.

hesitei, queria soluções, respostas e caminhos alternativos para conseguir alcançar meus ideais. É inteiramente embriagativo olhar nos olhos e você fingir que não me vê. Será que não percebeu que as 20 horas e 30 minutos estou à sua espera apenas para dizer: " Oi ! " ?

a cada dia que passa, a observação do seu corpo interno ( coração ) e faz completo e só quando o vejo, não me sinto tão só assim. Simples, isso faz com que a sutileza é algo incapaz de ser percebida pela pessoa que não vê o mundo como ele deve ser.

a distância não me separa, mas consegue entristecer. A tristeza mata lentamente, corroendo aos poucos. Uma morte intensa e muito exagerada, corrói dos pés a ponta do seu cabelo branco com pontas duplas em meio a milhões de cabelos pretos. Quero sorrir feliz, chorar quando estiver triste, correr livre de qualquer culpa...
A razão vai guiar o destino dessa vez. Preciso de uma história nova, emocionante, cheia de aventuras e perigos, pois o lápis o qual escrevi está quase no final e ao acabar não vai poder mais escrever novos textos. Assim será a vida comigo, com você e com a maioria dos seres. Afinal, as coisas, às vezes, não faz tanto sentido a você, mas o tempo é único e cheio de novidades e surpresas e ai vai saber do que eu falo, todos tem o seu lugar para estar, na hora certa, sem a menor pressa.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

quinta-feira, 11 de março de 2010

RIU MELHOR QUEM RIU DA 'PÉROLA'

O ÚLTIMO DEBOCHE

Qual foi a graça?
O que eu disse?
Gente...o que foi?
'Tá rindo do que?
Tem algo no meu rosto?
'Cê está de brincadeira?

Quantas vezes você fez essas perguntas? Inúmeras, é claro. Principalmente quando há pessoas reunidas numa conversa e você é o último a ficar em silêncio. Como consequência, sua voz é a última a ser ouvida bem na hora em que você solta a famosa pérola, ocasionando assim a partilha de risos de todo aquele grupo que estava reunido na sala de aula, ou na de reuniões, na palestra, no elevador, enfim todos compartilham o seu último deboche.

J.

O MEDO


Não se sinta leve, tampouco esquecido
Nada de sorrisos
Vim para deixar seu medo enriquecido

Me fale o dia em que o relógio parou
E você precisou andar na contra mão
Diga quantas vezes abaixou a cabeça
Frustrado, sem explicar sua opinião
Abaixo dessa linha sem poder sorrir
Perdendo o controle total, absoluto
Do que te escorre pelas mãos

domingo, 7 de fevereiro de 2010

8 ou 80 Fotos em Preto e Branco




Você também pode ver este vídeo no YouTube. É só acessar o Link e conferir:

http://www.youtube.com/watch?v=PXj4RA9c93A

Beijos

J.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Corda Bamba

Ao acordar, senti algo me apertando, como se fosse uma calça justa demais ou algo que tira o ar.As vezes duvido de seu apego e hoje ficou mais difícil acreditar em suas promessas. Cada dia que eu passo sem o teu sorriso, fica claro como a luz do dia, que está numa nuvem, perdido, sem direção, esperando a hora de receber calor e depois despejar o seu pranto chuvoso nas tardes quentes que ultimamente esta afetando a cidade de São Paulo.
Você chegou devagar, aos poucos e nem deu tempo para pensar. Já estava em cima, na corda bamba do amor. Me sentia próximo ao céu, sempre que perto do sorriso teu.
Intolerante, confuso e sem flores. Me senti assim, depois de ter caído do alto da corda, que a mim lembrou o alto da torre. Agora, me via como aquela nuvem, sem rumo, destino e cheio de Nada. Procurando calor pra substituir o vazio. Indo para lá e para cá, sem saber pra onde ir.
Nas noites, continuei minha peregrinação ao improvável, apenas o sopro leve do vento guiava-me, até que parado numa colina, comecei a sentir frio e avistei você ao lado. Surpreendido, encheu-me de calor, trouxe de volta uma esperança que durou apenas três minutos e doze segundos.
Diante de tantos fatos, desci da nuvem, da torre e a corda bamba volteou a seu lugar de onde não devia tê-la arrancado. Combinei com o vento para que te sopre para longe, onde possa apenas mandar notícias.
Na volta ao circo, o picadeiro já não parecia como aquele velho amigo, havia algo diferente. Desfrutava naquele momento o sabor das mudanças. Ali, consolidando minhas viagens, via o final de pequenas batalhas de mim contra eu mesmo. Assistia no espelho que já não fazia mais parte e nem queria prazer justamente por prazer. Todos os dias, bem lentamente, quando confio mais em mim, subo novamente o degrau.
Chegar ao topo pode demorar, mas nem tenho mais tanta pressa assim. Recentemente tenho pensado em dormir e acordar em paz, com os pés no chão sem que me falte ar.

Josué Jr.


quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

A quem interessar possa - por Pitty

Há tempos estou pra lhe falar algumas coisas. Tudo tem ficado muito confuso, cada vez mais sinto que você me alcança menos e acho que esclarecer algumas coisas pode ajudar. Você diz que me ama, mas talvez esteja enganado. O amor compreende, e o amor só ama de verdade aquilo que o completa. Talvez você ame quem você é quando estou por perto. Talvez você ame apenas a idéia que tem de mim, e isso não sou eu. Isso é você querendo que eu caiba nos seus anseios, nos seus desejos. Vê? Isso é você amando a si mesmo. Essa é a soma das suas perspectivas, que muitas vezes não condiz com o real. Nesse caso, não tendo eu outra alternativa além de ser o que eu sou, a você restam duas opções: me ame, ou me deixe. Me queira com tudo o que eu tenho de bom e de ruim, com todas as idiossincrasias e as pequeninas coisas que muitas vezes você nem considera correto. Entenda que eu não escolhi e nem tenho culpa de ser cavalo selvagem: o fato de você conseguir cavalgar comigo depende unicamente da sua destreza. Entenda que eu sou como um gato, variável , inconstante, mas sempre honesto: uma vez que se sabe lidar com ele é garantia de carinho e apego eterno. Caso contrário, arranhões e comportamento arredio são inevitáveis. Caso contrário, se prepare pra me ver fugir ou te ignorar. Quem quer conviver com bichos selvagens deve estar preparado para as intempéries. No mínimo existe a garantia de surpresa e nenhuma previsibilidade, nunca se sabe o que pode acontecer. Pra uns isso pode parecer desesperador, para outros é apenas imensamente emocionante. É sempre seu direito botar na balança e decidir se quer viver assim na corda bamba, numa aventura sem roteiro pré-estabelecido. Mas se me quer por perto, deixa-me ser. Não me tome por pretensiosa por falar desse jeito sobre mim mesma. É apenas uma tentativa de que eu e você descubramos se existe realmente algum laço real, ou se ele é feito de filó. Decifra-me, ou te devoro. Sem dó nem piedade.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Projeto Tudo a Ver na Record


Estúdio do Programa Tudo A Ver, desenhado, prejetado, decorado por mim numa maratona de 6 horas sem parar na frente do computador durante a madrugada de segunda para terça-feira (11/01/2010 para 12/01/2010) .
J.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Trilhos da Estação

Estação Penha do Metrô de São Paulo

Raquel Ostrufka Cordeiro Silva

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Amigos do Trabalho


Ainda Faltam Muitos, Quero Que Saibam: Todos São Especiais Pra Mim. Amo Todos Vocês.

Sem Óculos

Trânsito de imaginação

Olhares aflitos

Um leve ardor de indignação

À procura de amor

Traços, gracejos, afeição

Olhares vêem com espanto

E lá de dentro ouve-se

O grito de consolação


Quando Quintana procurou

Nem ao menos pôde ver

O óculos que perdido estava

Pendurado no nariz

No que ele pensou?

Em que devo pensar?


Trânsito de pensamentos

Onde transparece um oculto sofrimento

Passos para frente ou para trás

Ramificam a vergonha de quem a faz

Um leve toque de rejeição

E lá de dentro ouve-se

O grito de desolação


Ainda quando procurar

Ou até mesmo quando encontrar

Quintana não mais pode ver

A forma humana desviada

Numa estrada tão frustrante

A qual foi criada e destruída

Bem abaixo do nariz

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Priscila Novaes Leone


Nascida na capital baiana, Pitty passou a infância em Porto Seguro, no mesmo estado. Seu pai, músico e dono de bar, tocava bastante as canções do conterrâneo Raul Seixas, e ainda de outros tantos rockeiros dos anos 1960 e 1970, como Beatles, Elvis Presley e Lou Reed. Posteriormente, bandas como AC/DC, Nirvana, Pantera, Alice in Chains, Metallica, Faith No More, Mars Volta, Queens of the Stone Age e Muse fizeram parte de suas principais influências. Cresceu em meio ao cenário de bandas baianas independentes, com as quais participou de rodas de shows em um bar de Salvador. Um dia, entrou na roda cantando "Smells Like Teen Spirit" da banda Nirvana e desde então decidiu investir na área musical, com o apoio do grande nome do cenário underground Rogério Big Brother (dono do selo bigbross records). Também participou da banda Shes (1997–1999) como baterista. A banda era também formada por Carol Ribeiro (guitarra), Liz Bee (guitarra e vocal) e Lulu (baixo). Pitty participou também da banda Inkoma (1995–2001), iniciando sua carreira como vocalista. Foi aluna da Faculdade de Música da Universidade Federal da Bahia. Pitty foi procurada pelo produtor musical Rafael Ramos (o mesmo de bandas do mainstream adolescente brasileiro e do cenário independente, como Raimundos e Matanza). Em 2003, lança seu primeiro álbum, Admirável Chip Novo, onde ela conquistou sua fama e vendeu mais de 250 mil cópias. Em 2005 ela lançou o CD Anacrônico e mostrou que veio para ficar, sempre emplacando vários sucessos. Esse álbum vendeu mais de 180 mil cópias. Em 2007, após a turnê do Anacrônico, ela lançou seu primeiro DVD ao vivo, o {Des}Concerto ao Vivo. Além de ser lançado nos formatos CD, DVD e DualDisc, o registro de show da banda foi também lançado em um modelo de aparelho celular, resultado de uma parceria com a Nokia. Com isso, Pitty recebeu o prêmio "Celular de Platina" pela vendagem de 200 mil aparelhos contendo seu álbum. Em 2009, lançou seu mais atual álbum chamado Chiaroscuro. O primeiro single do álbum, Me Adora, logo atingiu os primeiros lugares nas principais rádios brasileiras. Chiaroscuro ganhou um jogo de celular que é baseado em suas músicas, algo inédito no país, chamado Chiaroscuro: O Jogo. Devido ao voto popular, Pitty levou vários prêmios no MTV Video Music Brasil, da MTV Brasil, entre eles já foi duas vezes artista do ano, ganhou o prêmio de clipe do ano, show do ano, três vezes seguidas como vocalista da banda dos sonhos e muitos outros. Pitty ganhou aproximadamente 43 prêmios ao longo dos seus seis anos de carreira na mídia.

Jo.


Ana Paula Padrão


É uma jornalista brasileira, formada pela Universidade de Brasília. Começou a carreira na TV Brasília. Trabalhou na Rede Globo de 1987 a 2005. Atuou como correspondente internacional em Londres e Nova York até 2000, cobrindo acontecimentos de grande repercussão mundial, inclusive a Guerra no Afeganistão. Em 2000, voltou ao Brasil e assumiu o cargo de editora-executiva e apresentadora do Jornal da Globo, no qual permaneceu até maio de 2005, quando assinou contrato com o SBT para assumir o comando do telejornal SBT Brasil. Foi figura marcante na transmissão da Rede Globo nos atentados de 11 de setembro, em 2001, nos Estados Unidos, ficando várias horas no ar ao vivo, a dividir a bancada com outro apresentador e jornalista, Carlos Nascimento. Estreou no SBT Brasil em 15 de agosto. No dia 10 de novembro de 2006, Ana Paula Padrão anunciou sua saída do principal telejornal da emissora. A jornalista ficou encarregada a apresentar um programa de documentários com reportagens especiais, que estreou em 26 de março de 2007, o SBT Realidade. No dia 9 de maio de 2009, foi contratada pela Rede Record para apresentar o Jornal da Record ao lado de Celso Freitas. Sua estréia no comando do telejornal ocorreu no dia 29 de junho de 2009. Ana Paula Padrão é minha fonte de inspiração para seguir no meio jornalístico. Uma das melhores jornalistas deste país eis Ana Paula de Vasconcelos Padrão Mundell, mais conhecida como Ana Paula Padrão (Nascida em Brasília, 25 de novembro de 1965) que nasceu pra levar noticias com credibilidade, agora na Tv Record.
Jo.


Desenhos por J.

Falsa Frágil

Ele fez da vida uma forma de luta
Incansável
Ousada em sua feminilidade
Musa do canto e genealidade
À frente de seus preconceitos
Atras do que dê dinheiro e alegria
Morre na luta ou morre de fome
Destemida
Mulher-soldado
Não sente medo de perder
Não tem medo de mostrar seu rosto
Tem mãos frias e sorriso contundente
Convincente para supreender
Passe confiança e aconchego
Depois é simples
Ela sabe como reverter
Ousada em sua feminilidade
Musa do canto e genealidade
Perigosa
Destemida pela sua falsa fragilidade
Não precisa de ninguém ao lado
Mesmo quando perde o namorado
As lágrimas correm escondidas
E mostra que o espírito está recuperado
E quem pode dizer quem é a falsa frágil?

Pele e Osso


Lustres acendem as ruas do burguês

Na liquidação cinqüenta por cento Off

Já foi o salário mínimo do mês

Seja negro ou seja branco

Nem fará mais diferença

E eu nem lembro o português

Se a riqueza hoje faz a diferença

Onde devo me encaixar?

Mesmo quando estou certo "só faço errado"

Vou acertar quando disser que

Não sou do tipo classe A

Finos panos cobrem a pele mutilada

Suave calçado alivia o pé calejado

Em pele e osso desdenha um almoço

Ou come quase nada dependendo de quem fez

Pensa estar sempre preparada

Nem mais faz indiferença

E mau sabe o português